domingo, 11 de outubro de 2009

O PERIGO DO MST ( MOVIMENTO DOS SEM TERRAS)

Quem acha que o MST ( Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra), está sob controle, engana-se de maneira ingênua. O MST continua poderoso e desafiador do Sistema Legal Brasileiro.
O Movimento dos Trabalhadores sem Terra ( MST), invadiu na semana passada a fazenda Santo Henrique, que fica na divisa dos Municípios Iara e Lençois Paulista, no interior de São Paulo, e destruiu 50 mil metros quadrados de um laranjal, de propriedade da Cutrale, a maior produtora de sucos de laranja do País.
O incidente, ocorrido em uma fazenda produtiva, que gera renda e emprego, foi um ato predatório, criminoso e inadimissível.  O INCRA, Órgão Governamental que deveria gerir os assentamentos, sabe de tudo isso, mas nada faz e, segundo os lavradores, sempre que pode, ainda dá apoio logístico aos criminosos do MST: uma organização criminosa, espalhada pelos quatro cantos do País, mantida por dinheiro dos contribuintes e cujo poder provém do livre exercício da violência.
O Brasil é um País moderno e democrático, nâo pode permitir que um " bando " faça o que quer e nada aconteça. A  agricultura significa mais de 40% do PIB brasileiro de todas as riquezas produzidas no País.
Não podemos simplesmente aceitar que, em nome da reivindicação de terras, o MST cometa atos criminosos, como ameaças de morte, estorsão e terrorismo.
Os líderes da organização ameaçam matar os lavradores que se recusam em alistar-se como soldados do movimento. O MST intitúla-se o patrão e os camponeses, seus proprietários.
Esse movimento tornou-se praticamente uma Estatal - Eles recebem recursos vultuosos do Governo Federal ( dinheiro do trabalhador - do contribuinte) para sustentar militantes ligados ao Partido dos Trabalhadores que, consequentemente, usam este dinheiro para agir de má fé, como foi o caso do interior paulista. Só que neste caso, nunca prestam contas ao governo, ao Congresso ou ao Tribunal de Contas.
O registro mais revelador sobre a face guerrilheira do MST é tomado por quatro cadernos (Manual de Guerrilha), aprendidos pela polícia com os invasores da Estância do Céu. As 69 páginas, todas manuscritas, revelam uma rotina militarizada e bandida. " muita arma no acampamento ", escreveu Adriana Cavalheiro, gaúcha de cerca de 40 anos, uma das líderes da invasão, ligadas aos dirigentes do MST Mozart Dietrich e Edson Borba. Em outro trecho, em forma de manual, o texto orienta os miltantes sobre como agir diante da chegadada polícia. " mais pedras, ferros nas trincheiras, zinco como escudo, bombas tem um pessoal que é preparado. manter a linha, o controle de horas e 800 ml " anotou a militante, descrevendo a fórmula das bombas artesanais, produzidas com garrafas de plásticos e líquido inflamável.
Precisamos ficar atentos para essa perigosa simbiose entre a violência do movimento e a leniência do Governo com a chegada da chamada " Revolução Agrária " cuja principal ação do grupo é por em prática a chamada " Violência Revolucionária ".
Por fim, gostaria de traçar uma analogia com a história das FARCS(Força Revolucionária da Colômbia), que surgiu em 1964, quando o governo ordenou que o exército desmantelasse assentamentos de grupos de esquerda no Centro-Oeste do País. No início, elas eram apenas uma guerrilha animada pela experiência Cubana. Mas aos poucos o grupo desenvolveu ligações com o narcotráfico, primeiro com a cobrança de impostos dos barões das drogas e, depois, com o domínio de processos inteiros da produção e comercialização de cocaína.
A guerrilha lucra também com estorsões, impostos sobre o narcotráfico e venda de proteção aos plantadores de coca. O dinheiro é destinado a alimentos, roupas e saúde. As FARCS atraem jovens recrutas como uma espécie de soldo.
Qualquer semelhança com o assunto acima narrado, não é apenas uma coincidência.
Samico.

Um comentário:

  1. Samico, uma idéia interessante seria buscar, de forma regionalizada, ou seja, com políticas estaduais e não apenas federal, para lidar com as ações do MST. No meu entendimento, as ações do MST, apesar de amparadas pelo direito constituciona da liberdade de expressão e do ir e vir, são criminosas, pois na realidade, na clandestinidade, invadir e ocupar áreas particulares e não áreas de domínio do Estado. Um projeto de âmbito estadual poderia dar o endereçamento certo ao problema, dentro dos limites dos Códigos, buscando assentar essas famílias que têm por combustível o auxílio financeiro repassado por aqueles que são sustentados através de manobras de ONG's que recebem verba pública e por parlamentares que se sustentam com os seus votos. A causa da reforma agrária e do direito do homem à terra é nobre, mas até hoje não recebeu o devido tratamento. Você tem a capacidade de propor, quando eleito, um projeto que revolucione e sirva de modelo para o resto do país. De Paraty a Campos, pelas estradas federais e estaduais podemos ver acampamentos, sem qualquer atenção ou ação do Estado, que negligencia que aquelas pessoas são apenas usadas por uma máquina que não quer a solução agrária. Contamos com você quando estiver na Assembléia Legislativa. Reinaldo

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