domingo, 24 de outubro de 2010

LULA TEM PAPEL-CHAVE NA MISSÃO DE DESARMAR OS ESPÍRITOS.

A primeira vítima em campanha eleitoral é a verdade. A escalada da atuação do Presidente Lula como animador de comício, cabo-eleitoral e instigador de grupos de militantes nas ruas, é em grande parte responsável pelo acirramento indesejável do ânimos. É inconcebível que um Presidente da República jogue às favas a liturgia do cargo, avance sobre as fronteiras estabelecidas pela legislação eleitoral  para uso de recursos públicos a favor de candidatos e partidos. Ele dá péssimo exemplo a uma sociedade que precisa exercitar ao máximo a virtude de conviver na diversidade de opiniões, uma característica da democracia ainda com raízes pouco profundas em solo brasileiro.
Um presidente em exercício é presidente de todos os brasileiros, inclusive daqueles que lhe fazem oposição. Não pode pedir a extinção de partidos (DEM) , demonizar a imprensa que não o apoia e  se tornar juiz de um jogo de bolinhas de papel e balões de borracha produzido pela irracionalidade e violência de fanáticos que não devem ser estimulados.
Nesta reta final, seria melhor para a sua biografia estender uma bandeira branca do que ficar estimulando a escalada de violência verbal, e agora literal, que ameaça a campanha e a democracia.
Samico.

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